terça-feira, 26 de maio de 2009

domingo, 24 de maio de 2009




O RIO E O OCEANO

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme
de medo.
Olha para trás, para toda a jornada,os cumes, as montanhas,
o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos
povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar
nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.Voltar é impossível na existência. Você
pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo
desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de
desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento e por outro lado é
renascimento.
Assim somos nós.
Só podemos ir em frente e arriscar.
Coragem !! Avance firme e torne-se Oceano!!!

Osho

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A Roda da Vida



A Roda da Vida (sânsc. Bhavachakra), também conhecida com a Roda da Existência, Roda do Devir e do Vir-a-ser, foi criada pela extinta escola Sarvastivada, precursora do buddhismo Mahayana. Este diagrama geralmente é encontrado nas portas de entrada dos monastérios tibetanos. Suas ilustrações representam simbolicamente a os doze elos da existência interdependente, os seis reinos da existência cíclica e os três venenos da mente. Segundo a tradição, a Roda da Vida foi desenhada pela primeira vez na época do Buddha Shakyamuni. Depois de pedir um conselho ao Buddha, o diagrama teria sido desenhado por ordem do rei Bimbisara de Magadha. Ele o enviou ao rei Udayana em retribuição a um manto de jóias preciosas que tinha recebido de presente. O rei Udayana teria atingido uma profunda realização espiritual após estudar este diagrama.

A assustadora figura que segura a roda é Yama, o demônio da morte da mitologia indiana. Aqui, sua terrível presença simboliza a impermanência; nenhum ser vivo pode escapar de suas garras. Entretanto, o Buddha está flutuando no céu e apontando para a lua cheia; isto representa que os seus ensinamentos apontam o caminho para a liberação.

http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/bhavachakra.htm

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Dedicação



Possa o bodhichitta, precioso e sublime, surgir onde ainda não está; E onde surgir que não decline, mas cresça e floresça cada vez mais. (Nagarjuna)

Possam todos se beneficiar!


As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?

Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras.


Mahatma Gandhi


domingo, 10 de maio de 2009

A hipnose e o zen



cartaz de divulgação - clicar 2 vezes em cima do cartaz para abrir




A hipnose clínica trabalha com o indivíduo (hetero-hipnose), ou em auto-processo (auto-hipnose), através de estados leves a profundos de relaxamento e com a utilização de sugestões, visualizações ou metáforas, ajudando-o a encontrar essas emoções. A reprogramar comportamentos com os quais (o indivíduo) não se sente confortável, a gerir emoções, a trabalhar objectivos, etc”.


Sobre Erickson:

Milton Hyland Erickson foi um psiquiatra estadunidense especialista em terapia familiar sistêmica e uma das autoridades mundiais nas técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia. Foi fundador e presidente da Sociedade Americana de Hipnose Clínica, membro da Associação Americana de Psiquiatria, Associação Americana de Psicologia e da Associação Americana de Psicopatologia .
Entre as contribuições de Erickson está a sua influência na programação neurolingüística que foi baseada, em parte, em seus métodos de trabalho

http://pt.wikipedia.org/wiki/Milton_Erickson




A hipnose vem da palavra grega Hipnos, deus grego do sono.

A Mitologia de Hipnos (o sono)

viveu no palácio construído dentro de uma caverna grande no oeste distante, onde o sol nunca chegou, porque ninguém tinha um galo que acordasse o mundo, nem gansos ou cães, de modo que Hipnos viveu sempre em tranquilidade, em paz e silêncio.

Do outro lado de todo este lugar peculiar passava Lete, o rio do esquecimento, e nas margens, outras plantas cresciam aquele junto com colaborando com murmuro liso de águas limpidas do rio a dormir. No meio do palácio estava uma cama bonita, cercada pelas cortinas pretas em que Hipnos descansou em penas macias com um sonho calmo flagelado das histórias. Seu filho, Morfeu tomou cuidado de que ninguém o acordasse.

Hipnos teve também outras duas crianças chamadas Icelos e Fantaso. Hipnos podia dominar assim muito aos deuses a respeito dos mortais. É representado como uma pessoa nova. Hipnos era o deus do sono, da atividade a dormir, mas não dos sonhos em si; histórias que passam em nossos pensamentos, representada por Morfeu. Hipnos gerou (sozinho) os mil Onírios, deuses dos sonhos, entre eles Morfeu, Fantaso e Icelos. Fantasia é sua única filha, é a personificação do devaneio.

Segundo Homero, Hipnos vive em Lemmos, e está casado com a Grácia Pasitea, que Hera lhe concedeu em agradecimento por préstimos realizados. Tem forma humana, mas se torna uma ave antes de dormir.

Outras vezes é representado como um jovem com asas que toca uma flauta na frente dos homens para fazê-los dormir, e que tem um rastro de névoa.

Hipnos era considerado um deus com suas vestes e cabelos na cor dourada, assim como seu irmão gêmeo, Thanatos ou Tânatos, era considerado um deus de vestes e cabelos na cor prateada.

Tem três filhos, Morfeu, Icelos (também chamado de Forberto) e Fantaso, todos representam os sonhos e sua variedades.

Influências
Hipnos deu nome a terapia psiquiátrica da Hipnose, ou tratamento da
Hipnoterapia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipnos

Um convite à imaginação ativa



Imaginação Ativa (IA) é uma técnica reinventada por Carl Gustav Jung, que a trouxe de volta dos alquimistas. Consiste em uma interação com os conteúdos do inconsciente através de sua personificação. Diferencia-se de uma interpretação dos conteúdos do inconsciente na medida em que não envolve uma explanação de suas figuras, mas de um relacionamento com elas. Dessa forma não compreenderíamos o inconsciente a partir de um ponto de vista intelectual, mas a partir do sentimento, de um embate, de um confronto com os problemas que se nos deparam a partir de dentro. Segundo Jung a IA é a melhor maneira de se ativar a função transcendente, que envolve uma espécie de síntese das funções da consciência, um encontro e grande interação com a totalidade da psique (Self ou Si-mesmo) e tudo o que ela representa.Eis aqui as quatro etapas:

1 - Convidar o inconsciente
2 - Dialogar e vivenciar
3 - Acrescentar o elemento ético dos valores
4 - Concretizar pelo ritual físico.

.....vamos vivenciar ?

"Veja o otimismo da Natureza. Nada pode pará-la. Somente o ego faz o ser humano pessimista e causa sofrimento". - Amma

segunda-feira, 4 de maio de 2009