sábado, 10 de julho de 2010

Portais da Consciência

Nenhum santo existe sem passado,nenhum pecador sem futuro.
Sri Babaji



05,06 e 07 de novembro




Facilitadores:

Nelly Bodely
Sergio Bronze
Claudia Martins



Retiro com práticas de meditação,Yoga, e palestras
abordando os temas: vedanta, tarot e Cabala.




Cabala



Para se conhecer profundamente os meandros da Cabala e ter a capacidade de interpretar o mundo pela sua visão, é necessário praticá-lo. Quando dizemos em praticá-la, estamos dizendo que será necessário fazer parte de um sistema de iniciação, seja ele qual for que a utilize com a mais estrita seriedade. Nas mãos de verdadeiros iniciados, a Cabala tem a capacidade de abrir o conhecimento para um mundo terreno completamente novo e para mundos espirituais inimaginados pela inteligência humana. Expande o intelecto, desvela a compreensão da natureza humana e divina, e nos livra de todo o dogmatismo e idolatria.



A palavra CABALA (Kabalah, Kaballah, Cabala, Qabalah) vem do hebraico QBL, CABAL que significa “receber”. Assim, a Cabala seria “Aquilo que foi recebido”, ou, ainda, “O Conhecimento recebido” através de Deus. Dizem que os rabinos a receberam dos anjos, outros dizem que Moisés a recebeu diretamente de Deus, mas sua semelhança com o ZEND AVEST de Zoroastro indica que os judeus podem ter adquirido seus princípios da mesma fonte que inspirou Zoroastro. OTZ CHIIM, ou, a Árvore da Vida, é na verdade a Árvore do Bem e do Mau, a Árvore do Conhecimento, citada no Antigo Testamento. Ela é conhecida também como Escada de Jacó.



Mas receber o que? Receber o conhecimento que possibilita a compreensão do porque estamos encarnados e do método pelo qual podemos voltar, de maneira consciente, a nos unirmos com Deus. Mas mais do que isto, é realizar a nossa Verdadeira Vontade, que é o meio pelo qual atingiremos a realização da Grande Obra de Deus.



A raiz da palavra QBL também significa “de boca a ouvido”, o que nos indica que este conhecimento é sagrado e secreto, que antigamente era passado de maneira oral, não escrita. Os seus estudantes e praticantes eram conhecidos por diversos nomes tais como: Aqueles Que Sabem; Filhos da Fé; Homens da Crença; Visitantes do Paraíso; os Inteligentes; os Sábios de Coração; Mestres dos Mistérios; Aqueles que Conhecem a Providência; os Valorosos; e Tementes do Pecado.




Programação

Sexta
Chegada a partir das 17h
Jantar 20h
Apresentação / palestra 21h

Sábado
7:30h Meditação
8h Aula de yoga Sivananda
9h Café da manhã
10:30h Palestra : introdução à Cabala - A árvore da vida
12:30h Almoço
16h Palestra: Portais da Consciência - filosofias orientais vedanata e budismo.
18:30h Meditação
20h Jantar
21h filme

Domingo

7:30h Meditação
8h Aula de yoga
9h Café da manhã
10h Palestra: O Tarô e seus arquétipos
12:30h Almoço
15:30h Confraternização do grupo



Tarot



O Tarot é na verdade um sistema visual interno de evolução espiritual (Divinatório) e não um simples sistema adivinhatório. Cada Arcano do Tarot descreve uma etapa específica da evolução humana (nesta vida), características e rituais a serem executados, assim como as ordálias (provas iniciáticas) a serem transpostas. Baseado na Santa Cabala, o Tarot reflete cada um dos Caminhos da Árvore da Vida, assim como as Esferas de Emanações que constituem cada Árvore.



O Tarot só se torna definitivamente recuperado das tolices que eram (e ainda são) cometidos contra ele, graças à algumas ordens ocultistas na Idade Moderna. O primeiro iniciado a dar as corretas correlações do Tarot com a Cabala é Eliphaz Levy, que mesmo velando e trocando posições, consegue demonstrar a profunda relação entre os dois sistemas - a Magia(k) e a Cabala. Mais tarde, seria a Hermetic Order of the Golden Dawn quem desvelaria todo um sistema mágico-místico baseado no Tarot, dando praticidade ao Tarot em rituais mágicos de invocação.



O Tarot é o casamento perfeito entre a Cabala e a Alquimia, é a síntese mais brilhante destas duas Artes divinas que a civilização ocidental já possuiu. O Tarot é a mais completa visão da iniciação e não deve se restringir e nem se restringe a um povo, a uma raça ou a um grupo social em um determinado período histórico. Ao contrário dos demais oráculos, o Tarot é o mais completo em símbolos e em sinais, i.e., é o mais universal de todos os oráculos desenvolvidos pelo homem com ajuda de Deus. Em nossa visão pessoal, nem mesmo o I Ching, que é um excelente “oráculo” para as questões espirituais, consegue ser mais abrangente que o próprio Tarot. Cada oráculo possui uma qualidade específica, de acordo com o motivo pelo qual o mesmo foi desenvolvido, no caso do Tarot, ele foi criado para evoluir de acordo com o homem, em todos os seus contextos. O que percebemos, é que o Tarot não foi desenvolvido para ser uma espécie de sistema adivinhatório puro e simples, como a maioria das pessoas o utiliza, mas para servir de receptáculo para uma filosofia espiritual ocidental.





Leitura de Tarô com Sergio Bronze para quem quiser agendar

Horários:

Sábado de 14 às 16h
Domingo de 13:30h às 15:30h

terça-feira, 15 de junho de 2010

Divindade criativa

"Lembre-se: quando você está infeliz é geralmente porque não visualiza claramente
as grandes coisas que decididamente deseja realizar na vida,e também porque não usa, com a perseverança necessária,sua força de vontade, sua habilidade criativa e sua paciência,até que seus sonhos sejam materializados."
Paramahansa Yogananda (1893 - 1952)

terça-feira, 1 de junho de 2010

“Imersão em si mesmo”

“O deserto que atravessei, ninguém me viu passar...estranho e só"




“Imersão em si mesmo”
Workshop com Vivencias

O evento " imersão em si mesmo", acontece no feirado de 07 de setembr, serão 5 dias em imersão...



Data: 03, 04, 05, 06 e 07 de setembro



Local: Instituto Tara Verde

em Teresópolis



Facilitadoras: Ana Café e Dulce Proença

Equipe Núcleo integrado


Todos já vivemos um deserto dentro de nós. A Vivência dos Doze Passos é um convite para entrarmos em contato com este deserto, desbravá-lo e aprender através das ferramentas oferecidas a conviver com nossos medos mais profundos.

VENHA APRENDER A VIVER CONSIGO MESMO E FAZER DISSO UMA EXPERIÊNCIA AGRADÁVEL


UMA NOVA VIDA DENTRO DA MESMA VIDA

AS FERRAMENTAS
IMERSÃO NO AUTO-CONHECIMENTO

ADMITIR, MODIFICAR E VIVER




Maiores Informações

Núcleo Integrado (21)3553-6442

Instituto Tara Verde (21) 2490-0489

Mandala






A Mandala como representação
Técnicas vivenciais

Data : outubro
Local: Rio de Janeiro / Recreio

Objetivo :

Expansão das emoções (Sensibilização)
Aprimorar a percepção
Melhorar na concentração
Alcançar um estado de centramento
Desenvolver o potencial criativo
Atingir a zona de contato com o Supramental


Programa

Primeiro módulo sábado

Introdução
Construção da sua mandala pessoal
Significado e combinação de cores
Círculos da vida - representação da forma
Mandalas e yantras
Geometria sagrada
Meditação com visualização

Segundo módulo Domingo

Flor da vida
Ecologia do ser
Do Micro ao Macro
Fractais
Construção da forma
(Desenvolvendo o potencial criativo)
Integração corpo e mente
(A busca de unidade inconsciente)


Investimento: R$180,00
Contato:(21) 9278-9873/ 2490-0489
Número de vagas reduzido, faça a sua reserva.


Almoço vegetariano R$20,00


A Terceira Inteligência Ou Supramental

Por Sandra Regina da Luz Inácio

Publicado 17/11/2008

Corpo e Mente



A Terceira Inteligência ou Supramental

Durante muitos anos, acreditou-se que a base para uma vida de sucesso era o quociente de inteligência, ou QI, conceito 100% baseado na compreensão e manipulação de símbolos matemáticos e lingüísticos. Nos anos 90, Daniel Goleman criou a expressão "inteligência emocional" para descrever a necessidade de se desenvolver o autoconhecimento, a autodisciplina e a empatia. Mais recentemente, cientistas encontraram evidências de que o cérebro humano foi programado biologicamente para fazer perguntas filosóficas e subjetivas, como: "Quem sou eu?" ou "O que torna a vida digna de ser vivida?" O neuropsicólogo Michael Persinger e o neurologista Vilayanu RamaChandran, ambos da Universidade da Califórnia, identificaram no cérebro humano um ponto chamado de "ponto Deus" ou "módulo Deus", que aciona a necessidade humana de buscar um sentido para a vida.



Os cientistas preferem usar o termo Inteligência Supramental, porque significa a inteligência além do mental. Tem a ver com nossos valores, virtudes, e com os arquétipos que definem verdade, beleza, amor, justiça, bondade. Uma inteligência mais ligada à intuição do que à razão.



Temos quatro tipos de percepções: a sensorial, no nível físico, a emoção, no nível vital, energético, e o pensamento, no nível mental. E temos também a percepção sutil, a intuição, no nível supramental. Quando dependemos apenas do racional, que é a tendência hoje em dia, jogamos fora nosso aspecto emocional - e, com ele, a nossa intuição. O aspecto sensorial nós não descartamos, porque ele faz parte da relação física com o mundo, mas freqüentemente ignoramos bastante a emoção e a intuição. Isso precisa mudar. Quando o aspecto intuitivo se restringe, ficamos reduzidos em nossa maneira de pensar e em nossa busca de significado.



Precisamos usar todas as nossas habilidades, e não apenas a razão, na nossa inteligência. Nos últimos 50 anos, desenvolvemos uma visão de mundo materialista, reforçando os lados sensorial e mental. Ainda acreditamos que o mental faz parte do físico, que a mente é um fenômeno criado pelo cérebro. O que proponho com meu trabalho é que, ao contrário, é a mente, a consciência, que cria não só o cérebro, mas a vida, a realidade que percebemos. Da outra forma, qualquer conceito que não possa ser definido pelo materialismo é negado. Valores e virtudes - que nos levam as perguntas como "por que eu deveria ser uma boa pessoa, apreciar a beleza, amar?" - são enigmas para o pensamento materialista. Como não podem ser explicados, são desvalorizados. Vemos isso constantemente na nossa sociedade hoje. As pessoas não são entusiásticas sobre as virtudes, estão mais ligadas a qualidades negativas, como a avareza ou a competição.



É importante equilibrar as emoções negativas com qualidades positivas, que podemos apenas intuir. É aí que a inteligência intuitiva, ou espiritual, se torna uma noção poderosa para ser cultivada.



Que a consciência é à base da existência, não a matéria. Ao dar valor primordial à consciência, podemos aprender todas as suas qualidades e experiências, não só as experiências materiais, sensoriais, mas também o que pensamos, sentimos e intuímos. Essa intuição é um fenômeno que se explica pelo conceito de não-localidade, uma comunicação onde não há troca de sinais, explicada pela física quântica. É um fenômeno em que moléculas, elétrons e pessoas se comunicam mesmo a longas distâncias. Isso é a evolução do nosso conceito de inteligência, porque previamente o argumento era que inteligência era a maneira como usamos nosso computador cerebral.



Lógico que existe um componente no seu DNA que explica como você usa seu cérebro, mas inteligência também é criatividade, como você vai além da mente, além do conhecido. Quando integramos a intuição, a criatividade, à nossa razão, aí ocorre a transformação que tanto precisamos.



Uma crise pessoal muitas vezes detona um processo de revisão de valores. Por exemplo, há uma crise ecológica acontecendo no planeta, e muitos céticos sobre a questão do aquecimento global estão se abrindo para visões alternativas. E a tradição da ciência é formular teorias e realizar experimentos para verificar essas teorias. Um novo conceito em ciência, por exemplo, o da não-localidade, foi verificado. Cinco experimentos independentes provaram que pessoas podem se comunicar, que seus cérebros podem se comunicar, sem estar presentes no mesmo local. Existe uma comunicação não-local entre nossos cérebros, que é a interconexão com o que chamamos de consciência.



Nossa consciência não está no nosso cérebro, não está na nossa individualidade. Ela é cósmica e está em todos nós. Ou melhor, todos fazemos parte dela.



Mas existe uma forma mais profunda de criatividade, onde vislumbramos esses símbolos, não para escrever um poema ou pintar um quadro que todos podem apreciar, mas para mudar nossa paisagem interior. Mudar o jeito da nossa mente. Nossa paisagem interior às vezes nos traz sofrimento, porque é cheia de ansiedade e angústia, provocadas por diversas coisas – a viagem que irei fazer, os filhos que estão na rua e não sabemos na companhia de quem, a entrevista que acabei de dar e na qual esqueci de falar disso ou daquilo. No lugar de sentir ansiedade e angústia, acredito que todos gostariam de ser mais relaxados e felizes. Ao trabalhar a criatividade interior, acessando o supramental e a intuição, damos uma nova forma à nossa experiência interior. Podemos transformar nosso comportamento quando começarmos a viver do jeito que intuímos.



A cultura materialista coloca muita ênfase na informação. E o papel da informação é ajudar na experiência com o sentido, o significado. Senão, a informação não tem valor. As pessoas hoje vivem na internet, correndo atrás de informação, perdendo muito tempo para processar informação sem conteúdo, quando poderiam estar vivendo sua vida de maneira mais voltada para o interior, para sua subjetividade. Deveríamos dar muito mais atenção ao nosso mundo interior. A informação é orientada para o trabalho, é cansativa, está no terreno do "fazer".



Para quem quer desenvolver a criatividade, o "fazer" é importante, mas o fundamental é "ser" - simplesmente relaxar, o que nos permite processar a nossa consciência. A física quântica diz que, quando fazemos isso, infinitas possibilidades se tornam disponíveis. Nossa experiência é gerada quando escolhemos entre as possibilidades. Se as possibilidades não têm tempo de proliferar, estaremos sempre escolhendo dentro de um repertório antigo. Se queremos mudar, devemos permitir que novas possibilidades surjam na nossa consciência, e essa permissão requer um estilo de vida mais tranqüilo, relaxado. E essa é a grande mudança no estilo de vida que é provocada pela inteligência espiritual.



*Este artigo é baseado na entrevista feita com cientista Amit Goswami

http://www.webartigos.com/articles/11420/1/A-Terceira-Inteligencia-Ou-Supramental/pagina1.html


O Circulo Psico-Orgânico, o Circulo da Vida




O Circulo Psico-Orgânico, o Circulo da Vida


Workshop 27,28 e 29 de julho

O movimento respiratório representa o movimento da vida. Passamos pouco tempo sentindo ou percebendo a nossa respiração. É tão natural que funciona através do sistema autônomo.


Na inspiração, sentido ascendente, o fluxo contempla o “Eu”, a identidade; no outro sentido – o da expiração – a descarga, está o mundo, a existência.

Eu pego o ar e o faço meu, me pertence. Quando expiro, devolvo o ar para o mundo
para a existência, o universo.


Portanto passamos a nossa vida entre o Eu, a identidade, e a relação com o mundo. Quando estou no lado “Eu” estou no lado da micro regulação. Como me regulo comigo próprio, como respiro etc. e o lado da existência é a macro regulação.

O Circulo Psico-Orgânico foi criado por Paul Boyesen, numa tentativa de integrar o ser humano.

A vida consiste no espaço entre a identidade e o mundo exterior. O círculo de vida é baseado na respiração num processo cíclico, em espiral, que sempre poderá recomeçar em outro lugar.

O ciclo está organizado sob forma de nove pontos:


1) a necessidade;
2) a acumulação;
3) a identidade;
4) a força;
5) a capacidade;
6) o conceito;
7) a expressão;
8) o sentimento;
9) a (orgonomia)


Através do Circulo Psico-Orgânico você poderá viver a imagem simbólica. Cada ser humano traz em si a imagem simbólica de sua potencialidade.

Este processo possibilita uma maior expressão das sensações e dos sentimentos para objetivar o desejo de cada pessoa, enriquecendo sua relação consigo mesmo e com o mundo·

Neste Workshop trabalharemos com a energia da respiração, abrindo espaço para acolher as necessidades e criando foco para entrar em contato com seus desejos.


Facilitadora: Eliane Rogerio de Araújo (Psicoterapeuta Psicomotricista e Analista Psico-Orgânica). Faz parte da equipe de formadores da escola Francesa de Análise Psico-Orgânica.
.·.



Galera do psico-orgânico














quarta-feira, 26 de maio de 2010

RETIRO DE TARA VERDE


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Os filhotes de Chandra











RETIRO DE TARA VERDE EM JULHO - 16/17/18

Que todos os seres se libertem do sofrimento e das causas do sofrimento;
Que todos os seres possuam a felicidade e as causas da felicidade;
Que todos os seres jamais se separem da felicidade que não conhece o sofrimento;
Que todos os seres permaneçam em equilíbrio no desapego e humildade que mantêm alguns próximos e outros distantes.




Tara, a deidade feminina mais famosa do Budismo Tibetano, é a mãe de todos os Budas e a personificação de Prajnaparamita.

Ajuda com mais rapidez os seres sencientes, Tara Verde se manifesta em 21 (vinte e uma) emanações de Tara, cada uma delas é totalmente dedicada a proteger seus seguidores.

Uma das sadhanas mais populares, praticada em vários mosteiros tibetanos e Centros de Dharma, é o Gongter (tesouro revelado na mente de um mestre iluminado). Da tradição de Terton Chokgyur Lingpa chamada de Essência Profunda de Tara, que deu uma forma definitiva ao ritual através de Jamgon Londro Thaye o Grande.



Mantra: OM TARE TUTTARE TURE SOHA,



OM - São as qualidades do corpo, palavra e mente dos Buddhas. É a meta.
TARE - Significa "aquela que liberta".
TUTTARE - "Que elimina todos os medos".





A prática será conduzida pelo Venerável Khenpo Khenrab Wangchuk


O Venerável Khenpo Khenrab Wangchuk nasceu no Butão. Aos sete anos de idade foi para o Mosteiro e, mais tarde, iniciou seus estudos de Filosofia Budista Tibetana, Gramática, entre tantas outras disciplinas, no Instituto Chari de Filosofia Budista, também no Butão. Estudou com grandes mestres e recebeu iniciação completa da Tradição Drupka Kagyu concedida por Sua Santidade 68º Je Khenpo e Sua Santidade 70º Je Khenpo, atualmente diretor espiritual do Reino do Butão.

Antes de ir para o Instituto Karma Shri Nalanda de Estudos Budistas Avançados, em Rumtek, passou alguns anos estudando numa Universidade Tibetana, ao Sul da Índia, a fim de aprofundar ainda mais seus conhecimentos de Gramática e Filosofia Budistas. No “Instituto Karma Shri Nalanda de Estudos Budistas Avançados”, pertencente à Tradição Karma Kagyu de Sua Santidade Gyalwang Karmapa, em Rumtek, continuou estudando com grandes mestres desta linhagem, como Sua Eminência Gyaltsap Rinpoche, o Venerável Sangay Nyenpa Rinpoche e o Venerável Trangu Rinpoche. Depois de vários anos de rigorosos estudos com estes grandes mestres e Khenpos, lhe foi concedido o grau de mestre, recebendo o título de bkah-rab hbyams-pa.

Na mesma Universidade, deu aula principalmente de Filosofia Budista Tibetana e Gramática para os monges, antes de vir para o Karma Theksum Chokhorling, no Rio de Janeiro, Brasil, por decisão de Sua Eminência Gyaltsap Rinpoche, Regente e Diretor do Mosteiro de Rumtek, Escritório Central e principal moradia de Sua Santidade Gyalwang Karmapa.

Khenpo Khenrab tem iniciação completa da Tradição Karma Kagyu recebida de Sua Eminência Tai Situ Rinpoche, Sua Eminência Jamgön Kongtrul Rinpoche Terceiro e de Sua Eminência Gyaltsap Rinpoche. Recebeu também transmissão oral completa tanto de Sutra (texto conciso das palavras do Buda, contendo 108 volumes) e Shastra (comentários sobre os ensinamentos do Buda em 225 volumes).



Programação Retiro de Tara Verde

Dias 16/17/18 Julho





Sexta dia 16



Recepção com chá - 17h

Jantar - 20h

Apresentação dos participantes e da proposta do retiro– 21h

Bons sonhos



Sábado dia 17



Prática de Tara Verde (Sadhana)7h

Café da manhã 8:30h

Horário livre 9:30h

Prática de acumulação das 21 Taras 10:30h

Horário livre 11:30h

Almoço 12:30h

Prática de acumulação das 21 Taras 14:30h

Chá 16:30h

Meditação Shamata 17:30h

Filme 18h

Jantar 20:30h

Bons sonhos



Domingo dia 18



Prática de Tara Verde (Sadhana) 7h

Café da manhã 8:30h

Horário livre 9:30h

Prática de acumulação das 21 Taras 10:30h

Horário livre 12h

Almoço 12:30h

Prática de Tchenrezig(Sadhana) 15h

Oferecimento de khata 16h

Chá de encerramento 16:30h



Nos horários livres ofereceremos caminhadas, alongamento, meditação livre.